terça-feira, 18 de novembro de 2008

Temporal

Qual a poesia de um dia de chuva no Rio de Janeiro? Depende... se for uma chuvinha refrescante, fininha e rápida, é lírico, algo formidável. Agora, se for como a tempestade-relânpago que caiu sobre a cidade ontem... que tragédia! Que nó no trânsito... haja paciência para aturar tanta demora, tanta falta de educação urbana... e a necessidade, mãe da criatividade dos cariocas? Que comédia a performance dos vendedores ambulantes, anunciando suas guloseimas para "tirar o tédio da viagem looooooooooooonga" e "acalmar a criança pirracenta em casa"... hehehehe... até o mais ranzinza dá um sorrizinho!
De qualquer maneira, chegar em casa esgotado, molhado ou sequinh e cheio de balas é o que importa. E lá vamos nós...